domingo, 10 de maio de 2009

Ser mulher...maternidade que contribui para gerar vida de múltiplas formas...










Hoje no dia das mães...gostaria de fazer uma reflexão a partir de um texto escrito pela Irmã Antonia Colombo (FMA) em que aborda o significado de ser mulher neste milênio. Isto porque, toda mãe é antes de tudo mulher...ser que recebeu de Deus a magnífica missão de gerar a vida, não só biológicamente, mas gerar vida a partir da fé.
Abaixo transcrevo as palavras da Irmã Antonia Colombo:
(...) É bom recordar que, apesar das grandes transformações do papel da mulher na sociedade, acontecidas no século XX, especialmente nos países desenvolvidos, permanece uma grande incerteza sobre o que de fato comporta ser mulher hoje.
Neste ano, na Itália, o Ministério dos bens e das atividades culturais propõe o slogan “A mulher e a arte”, com uma intensa programação gratuita de concertos, mostras, laboratórios, debates, exposições em grau de representar a arte no feminino, no espaço e no tempo.
Por trás desta iniciativa está a convicção de que a arte tem capacidade de exprimir a realidade de modo universal, superando toda barreira cultural, e de reafirmar que a igualdade entre homem e mulher não é sinônimo de uniformidade, mas é o resultado de uma atitude harmoniosa na visão e compreensão do mundo. «A arte e a cultura podem contribuir para uma participação mais ativa e elevada das mulheres nos diferentes âmbitos da sociedade, a ponto de tornar mais equilibrada a sua participação nas diversas esferas do viver social». Mas qual é a situação concreta das mulheres nos diferentes contextos culturais dos cinco continentes?




“A vida no ritmo da mulher” é uma publicação da editora EMI, lançada neste ano sob organização de três de nossas Irmãs: Mara Borsi, Rosa Angiola Giorgi, Bernadette Sangma. Um modo de dar sentido a este dia festivo seria empenhar-nos numa leitura atenta destas páginas que objetiva colocar em evidência especialmente os recursos das mulheres a serviço da convivência pacífica, do desenvolvimento, da educação, a partir do reconhecimento da impiedosa situação de degradação na qual muitas destas se encontram, prisioneiras de culturas e tradições machistas.
Se, em muitas nações, não existe um reconhecimento real dos direitos humanos em geral, a situação é ainda mais grave a respeito do reconhecimento de tais direitos às mulheres. Muitas destas, porém, hoje não aceitam ser consideradas vítimas, são mais conscientes dos próprios recursos, das suas capacidades de resistência e de ter nas mãos as chaves para propostas e ações alternativas também em situações-limite. Pedem para ter maiores espaços de participação nos processos que dizem respeito à paz, ao desenvolvimento sustentável, à afirmação dos direitos humanos.
Como educadoras salesianas, é interessante continuar aprofundando a consciência da contribuição insubstituível que as mulheres podem oferecer na Igreja e na sociedade. Tal contribuição deriva do empenho de exprimir com coerência a visão antropológica, amadurecida nestas últimas décadas, mas radicada no primeiro livro da Bíblia, lá onde se afirma: «Deus criou a pessoa humana à sua imagem, homem e mulher os criou» (Gn 1,27). É o princípio bíblico da reciprocidade que revela o desígnio de Deus sobre a pessoa humana. A semelhança com Ele, inscrita como qualidade pessoal do homem e da mulher, é para ambos um chamado e uma missão: chamado a viver em comunhão; missão de valorizar a diversidade no recíproco enriquecimento e no serviço à vida.

Se as mulheres, conscientes deste seu chamado, se ajudam a vivê-la como uma missão, superando os condicionamentos sociais antigos e novos, dão uma contribuição insubstituível à cultura da vida, denunciando o perigo de um progresso unilateral, que pode comportar um gradual desaparecimento da sensibilidade para com aquilo que é autenticamente humano.
Para ninguém de nós é desconhecida a contribuição de muitas mulheres em favor da vida e da humanização da cultura, a disponibilidade para cuidar da reconstrução do tecido social quando é dilacerado por tensões ou para tornar possível a sobrevivência para todos em situações precárias ou de guerra, o empenho em denunciar situações que questionam a nossa consciência e responsabilidade.
Penso no fenômeno do tráfico de mulheres e de crianças para o comércio sexual. Não são apenas as mulheres e as crianças as vítimas na perda da sua dignidade, mas todos aqueles que exploram a corporeidade humana e mercantilizam o dom da sexualidade. Os efeitos mais graves são a perda do genuíno sentido do amor humano, a separação da família, a desumanização da cultura. Além da denúncia, esta situação exige, particularmente de nós mulheres, o empenho na elaboração e realização de uma proposta educativa que transmita o sentido da vida como dom e como vocação para todos.
A antropologia bíblica à qual me referi, projeta uma luz nova não somente sobre a compreensão da relação homem-mulher, mas também sobre a beleza de cada diferença humana – pessoal e cultural – quando é assumida como pólo de recíproco fortalecimento na acolhida, no diálogo, na comunhão.
A este ponto, podemos nos questionar: qual é a contribuição específica das FMA, mulheres consagradas, no mundo de hoje?Somos mulheres que Deus chamou a ser sinal e expressão do seu amor pelos jovens, mediante a educação. O Sistema Preventivo de Dom Bosco, vivido com fidelidade criativa por Maria Domingas Mazzarello, é a nossa característica na Igreja e na sociedade.

Acreditamos, com Dom Bosco, que «a educação é coisa do coração», isto é, questão de relação; estamos convencidas de que a pessoa humana se realiza no amor e deve ser educada ao amor mediante um caminho cotidiano de crescimento que não afasta do mundo, mas torna responsáveis pelos outros na trama das relações cotidianas, no exercício da própria profissão, na mais ampla esfera social.
Reafirmamos a importância da nossa contribuição feminina e mariana também na Família Salesiana. Reconfirmando a tarefa de exprimir segundo o estilo feminino o Sistema Preventivo para uma proposta educativa que manifeste na cultura contemporânea a visão da antropologia bíblica. As categorias da confiança, do cuidado, da partilha e da comunhão, oferecem uma base não somente para uma tradução do Sistema Preventivo no plano da práxis, mas para provocar uma interpretação sua que o reavive com as cores e as nuanças da sensibilidade feminina. Maria, mãe e auxiliadora, sustente o nosso empenho de colaborar para construir um mundo mais humano, onde cada um possa viver com dignidade e alegria. Estamos convencidas, como disse um Autor, que «o mundo pertencerá, amanhã, a quem tiver oferecido uma esperança maior».

Quando esta esperança é Jesus, estamos certas de que o futuro está em nossas mãos e a civilização do amor não somente é possível, mas já começou. «Maior do que tudo é o Amor» é o título dos Atos do nosso último Capítulo Geral. Um amor que se veste de cotidianidade e entrelaça os diversos caminhos das pessoas constituindo uma grande rede para abraçar o mundo, como revelava um autor:
«É a grande, interminável conversação das mulheres.Parece coisa de nada: isto pensam os homens,nem mesmo eles imaginam que é esta conversaçãoque mantém o mundo na sua órbita...Se não fossem as mulheres que se falam entre sios homens já teriam perdido o sentido da casa e do planeta...». [José Saramago]

Neste mês de maio, celebramos as mães e a nossa mãe maior, Maria Santíssima, senhora e rainha, por isso devemos refletir sobre a nossa missão de mulheres e mães que temos a maternidade intrínseca em nosso ser!


Aproveito para desejar a todas as mulheres um magnifico FELIZ DIA DAS MÃES e mesmo que algumas não tenham gerado biológicamente filhos, com certeza geraram filhos na fé, pois toda educadora, toda mulher guarda em si a MATERNIDADE DIVINA DE MARIA!



Pensando nessa maternidade, nessa possibilidade única que cada mulher tem de gerar a vida nos múltiplos sentidos, você tem cumprido seu papel na sociedade (como mulher)? Quais são os desafios que você enfrenta como mulher?Que testemunhos de fé você tem dado nos âmbitos em que atua? Para você no Curso de Pedagogia que mulheres te inspiram a fazer a diferença na sociedade?Por quê?


Um imenso e afetuoso abraço, Liliana Nogueira.

18 comentários:

Anônimo disse...

Diante dos dilemas da vida, temos a tendência de conduzir nossas ações de forma quase que instintiva, automática, fazendo uso de alguma "fórmula" ou "receita" presente em nosso meio social. Fazemos uso de normas, praticamos determinados atos e, muitas vezes, nos servimos de determinados argumentos para tomar decisões, justificar nossas ações e nos sentirmos dentro da normalidade.
Hoje a mulher exerce muitas funções. Além de dona-de-casa, mãe e esposa, ela tem sua profissão ou trabalho no mercado.
Na minha opinião, a mulher é um ser único, é como alguém afirmou “ a flor mais sublime que a natureza deixou na Terra pelo seu perfume, pelo seu falar carinhoso e pela sua maneira de conseguir tudo o que anseia”.
Peço a Deus, que eu possa dignificar minha condição de mulher, aceitar minhas limitações, ter muita sabedoria e força para superar os obstáculos da vida e assim viver da melhor maneira possivél, buscando ser feliz.
Muitas mulheres no curso de Pedagogia me inspiram a fazer a diferença na sociedade, pois percebo que esse curso é como uma ferramenta poderosa na ação transformadora. Essas mulheres professoras, coordenadoras, diretoras), nos leva a desvelar para o que realmente queremos, o que realmente somos enquanto sujeitos agentes dessa transformação.
Andréa de A. Pessanha - 7º Período

Anônimo disse...

A mulher tem papel fundamental na transformação da sociedade. Com seu jeito de ser, única, dinâmica, ela realiza mil e uma atividades e dá, com muito sucesso, conta do que faz.É um ser sábio que sabe edificar a sua casa, capacitada por Deus. Ama, chora, ri, luta, conquista. Aquela capaz de se levantar e erguer quem cai ao seu lado.
Como mulher, vejo o quanto contribuo para transformar essa sociedade. Sou mãe, sou professora, e ajudo na formção de futuros cidadãos. Os desafos são muitos. Os obstáculos também. Mas apresentamos uma força inesplicável que vem do fundo de nosso ser e vencemos. Muitas mulheres nos inspiram. Quando nos sentimos fracas, já sem forças, vemos exemplos de mulheres guerreiras, professoras, colegas de sala, que em meio a tantas dificuldades, estão erguidas, cheias de vapor, com sede de alcançar os objetivos traçados. Que Deus nos abençoe grandiosamente e continue nos dando forças nessa longa camonhada. Que Ele nos dê sabedoria para chegar no último degrau.(Lídia-6º)

Anônimo disse...

Embora seja uma tarefa as vezes muito difílcil, nós mulheres possuímos o dom da multiversalidade que nos torna pessoas essênciais e que fazem a diferença no mundo, não só como mulher mais também como mãe, profissional,amiga, governanta, prefeita entre outras qualidades que só nós posuímos. Podemos afirmar que o século XXI nós seremos a diferença conquistando todosa os espaços, e não se deixando perder a delicadeza de consiliar todos os desafios superando nossas dificuldades e conquistando com êxito tudo que almejamos com bastante competência. Um dos principais desafios que tenho enfrentado hoje é o de conseguir concluir a faculdade. Muita das vezes pensei em desistir , não pelo curso mas, pelo cansaço,desse ser mulher. Mas atrvés deste curso pude observar grandes mulheres que fazem a grande diferença, mostrando a cada dia não só competência profissional, mas, acima de tudo uma valorização com o humano, rspeitando as diferenças e conseguindo despertar em seus educandos uma imensa vontade de querer aprender .A todas as mulheres que compõe a equipe do Isecensa, Parabéns Avante e continue a despertar em cada um de nós a vontade de querer ser igual a vocês. (ELAINE CRISTINA DA SILVA CRUZ 6ºPERÍODO)

Anônimo disse...

No mundo atual a mulher tem diversos papeis diante da sociedade, hoje ela não é mais aquela mulher que cuida da casa e dos filhos, é a mulher que sai de casa bem cedo para trabalhar, é a mulher que estuda, é a mulher que cuida da casa, do marido e dos filhos. Disnte disso tenho certeza em afirmar que a mulher é um ser especial, um ser divido.
Que as mulheres continuem em busca de melhores condições de trabalho e continuem em busca da valorização pessoal.

Patrécia Pacheco -7° periodo

Anônimo disse...

Sim,tento ser uma grande empreendedora , e quando empreendo não tenho medo de falhar, e quando falho nao tenho receio de chorar, choro e repenso na vida mas nao recuo.
Testemunho de fé, coragem, vitória, fazer entender que devemos amar as melhores coisas que existem, e superar aquelas que por mais que aparentam invensíveis, acabam por si, quando abraçamos a fé.
Irmã Suraya com seu dinamismo e capacidade empresarial, Irmã Anita com sua `fé e alegria para os desafios da vida,Beth Landim com sua competencia ê serenidade,
E Teresa Claudina com sua capacidade de trabalho , seu ideal de vida e responsabilidade social em tudo que raaliza. Parabens a vocês mulheres nota 1000.

Anônimo disse...

A mulher contemporânea assume muitos compromissos e responsabilidades ao longo do seu cotidiano: trabalho, faculdade, casa, filhos, esposo, família, sem esquecer do seu cuidado com o corpo e a mente. Busco ser uma mulher autêntica, batalhadora, dinâmica, com Fé que irei vencer as dificuldades momentâneas.
Fazer a diferença, ser protagonista é o meu objetivo, seja na escola onde trabalho, com os meus alunos, meus familiares, os amigos, enfim no meu convívio social. Tornando cada vivência em encontros significativos, de partilha, felicidade, encanto, apesar da vida agitada.
No curso de Pedagogia há inúmeras mulheres brilhantes que possibilitaram o meu progresso, desenvolvimento; que lutam por seus ideais, em prol de uma educação significativa, de formação global do sujeito. Assim, agradeço e parabenizo a todas que me auxiliaram ao longo desta caminhada, as irmãs Salesianas, as diretoras, coordenadoras e as professoras.
Particularmente tenho grande admiração, empatia e amizade por: Ana Raquel, Maridelma, Vânia e Teresa Claudina, estas são representantes de educadoras humanas, grandes profissionais, sensíveis, comprometidas, com ênfase na pessoa e não no conteúdo. Muito obrigada!!

Marbelly -7° Período

Anônimo disse...

Quero registrar aqui que o meu depoimento saiu anonimo pois esqueci de colocar meu nome , mais estou afirmando que o depoimento que fala das mulhres nota 1000(Irma Suraya, Irma Anita, Beth Landim e Teresa Claudina, foi feito por Rita de Cassia de Souza Alvaren 7 Período de Pedagogia.

Anônimo disse...

Sim.Ser mulher para mim é a graça oferecida pelo senhor ao nosso sexo. É o poder de gerar a vida e por meio dela fazer o giro da vida,é ser sabia até mesmo nos momentos mais sombrios que o mundo oferece.
Mulhar é um ser unico capaz de exercer multiplas funções ser mãe,esposa, filha ,amiga,profissional,bela,é o unico ser feita de amor da cabeça aos pés, faz a diferença em qualquer função,é o que eu digo mesmo sentido cólicas,dores de cabeça e muitas vezes melancolica ou completamente apaixonada na proxima vida escolheria ser mulher novamente e mais uma vez única.
Essa a diferença que fazemos na sociedade todos os dias seja nos elogios ou desafios estamos preparadas sempre por isso nos capacitamos,aprendemos e evoluimos.
No curso de Pedagogia não seleciono algumas mulheres, para mim todas são especiais´pois cada uma com sua historia, dificuldades e sucessos estamos aqui buscando nossos objetivos seja como aluna ou como educadora, cumprindo nosso papel e escrevendo cada um a sua historia. Todas com suas sensibilidades, humanidade e carisma pois cada uma é uma mas todas presente de Deus "Mulher".

Marlúcia Gomes
6ºperiodo

Anônimo disse...

sim de muitas formas significativas...pois cada mulher tem seu geito proprio de ser uma grandiosa guerreira diante da vida.Vida essa q muitos homens não tem capacidade de perceber a força de uma mulher.
Muitos lares tem um só brilho...o da mulher,que emana de diversas formas para todos sua luz,seu encanto,sua docura,sua força de mulher.Que seria dos seres humanos sem as maravilhas de uma MULHER?Sou guerreira e levanto minha bandeira de ser mulher brasileira.

Anônimo disse...

MUlher...palavra tão pequena de grandes siginificados...
Nos dias de hj a mulher adquiriu seu direito a liberdade,mesmo que esta esteje em condiçóes limitadas,com seus direitos privados por um motivo passageiro...porém vale ressaltar que não era assim...as mulheres eram desprovidas de tudo...menos de apanhar...eram consideradas seres inuteis...esqueceram que geramos a vida...E ainda asssim muitos homens só fazem tratar mal a mulher...que bom que isso já mudou bastante...mas precisa melhorar mais ainda...tenho esperança de ver dias melhores para o mundo feminino...se servimos para tabalhar e bem melhor que eles ,porque nao podemos ser tratadas com respeito?o mundo está mudando...
linda-7 pedagogia

Anônimo disse...

Cumpri sim meu papel na sociedade e venho fazendo-o todos dias na minha sala de aula...procuro dar o melhor de mim para meus alunos.
Tenho grande admiração por grandes lideres, com pulso forte e sabedoria para saber trabalhar com o ser humano...citar nomes me deixa constragida afinal tenho um carinho muito especial por todas minhas mestras no curso de pedagogia...cada uma com seu geito especial de ser acima de tudo mulher.
LINDA-7.período

Viviane Dias disse...

Com certeza ser mulher nesse mundo da complexidade é uma tarefa muito complicada, porém é uma missão e não devemos desistir.Afinal, a mulher muito lutou para conseguir sua liberdade e hoje a cada dia ela ensina com seu exemplo que podemos vencer sempre.
Ainda temos o desafio da discriminação da mulher no mercado de trabalho, o apelo à sexualidade, a dupla jornada de trabalho, a tarefa de educar os filhos e alunos nessa crise de valores.
Assim, como mulher e educadora procuro lutar a cada dia para que possamos fazer a difernça em pequenos gestos.A exemplo de Maria, a mulher é o simbolo da Paz na humanidade.
Desse modo, no Curso de Pedagogia encontarmos diversas mulheres que com jeitos únicos de ser mostram feminiliaridade no ato de educar.Fica difícil destacar algúem,pois acredito que nos constituímos a partir dos múltiplos exemplos de cada uma.
São elas que nos mostram que podemos mudar o mundo com mulheres que saibam viver a razão mediada pela emoção.
Viviane Dias 7° Período

Anônimo disse...

M aravilhosa
unica
l leveza
h onesta
e especial
r omântica
A mulher ela é um ser único que Deus deu o dom de ser mãe,ela é especial por ser agente transformadora,buscando sua independência profissional, sem perder sua essência.
olivia-7º pedagogia

Anônimo disse...

Diante do século XXI, ressaltamos a influência da mulher no âmbito profissional,incentivando o sentido amplo da sua participação para um mundo melhor.
Reafirmo, que mulher faz a diferença em sentido amplo, deixando suas marcas indelével em tudo que realiza com amor e simplicidade.Sendo assim, a mulher possui um olhar para o todo,tendo domínio e capacidade de superar obstáculos.
No curso de Pedagogia, ressalta várias mulheres guerreiras,nos contagiando a buscar o melhor. Disse Carlos Drummond de Andrade:" Se pensarmos pequenos coisas pequenas teremos, mas se desejarmos o melhor,o melhor irá instalar em nossas vidas".Mediante desta citação, urge buscarmos o melhor,pois a cada dia cresce a minha admiração por vocês mulheres que fazem a diferença em qualquer que seja a sua vocação.
Em virtudes dos fatos mencionados, temos que valorizar a cada dia o nosso verdadeiro sentido de ser MULHER."Renove-se a cada dia;busque sempre coisas novas, o diferente,outro nascente,outro poente, um novo caminho e vá em frente", quando as coisas não te façam FELIZ, pois a felicidade transforma a maneira de viver.
Um abraço carinho para todas as mulheres que buscam a felicidade e que promova a diferança .Nivea de Matos 7ºperíodo.

Anônimo disse...

Diante do século XXI, ressaltamos a influência da mulher no âmbito profissional,incentivando o sentido amplo da sua participação para um mundo melhor.
Reafirmo, que mulher faz a diferença em sentido amplo, deixando suas marcas indelével em tudo que realiza com amor e simplicidade.Sendo assim, a mulher possui um olhar para o todo,tendo domínio e capacidade de superar obstáculos.
No curso de Pedagogia, ressalta várias mulheres guerreiras,nos contagiando a buscar o melhor. Disse Carlos Drummond de Andrade:" Se pensarmos pequenos coisas pequenas teremos, mas se desejarmos o melhor,o melhor irá instalar em nossas vidas".Mediante desta citação, urge buscarmos o melhor,pois a cada dia cresce a minha admiração por vocês mulheres que fazem a diferença em qualquer que seja a sua vocação.
Em virtudes dos fatos mencionados, temos que valorizar a cada dia o nosso verdadeiro sentido de ser MULHER."Renove-se a cada dia;busque sempre coisas novas, o diferente,outro nascente,outro poente, um novo caminho e vá em frente", quando as coisas não te façam FELIZ, pois a felicidade transforma a maneira de viver.
Um abraço carinho para todas as mulheres que buscam a felicidade e que promova a diferança .Nivea de Matos 7ºperíodo.

Anônimo disse...

Mulher, é um ser único,puro e verdadeiro,que Deus a deu o dom da maternidade tornando-a capaz de gerar um fruto, uma vida,com muito amor,muita luz, muita garra e determinação,sendo assim, uma grande guerreira lutando e buscando ultrapassar todos os obstáculos e barreiras que a vida puser em seus caminhos.Posso afirmar, que enquanto mulher temos um papel fundamental na transformação de nossa sociedade,pois fazemos a grande diferença no momento em que exercemos o nosso papel de mulher.Ass:Claudia Jaqueline Batista -7ºperíodo do curso de pedagogia.

Anônimo disse...

Na minha opião a mulher é um ser totalmente abençoado por Deus, uma heroína capaz de exercer du´la jornada sem jamis perder a sensualidade, suavidade e feminilidade.
Ser mulher é padecer num paraíso.Eu gosto de ser mulher, sonhar até de amor desde que sou uma menina...
Toda mulher deve ser tratada com muito carinho, porque o sabor de ser amada é como um vinho.
Camila Luiza7° período

4º Aniversário da Igreja disse...

A mulher assumiu poder em todos os domínios da sua vida com o compromisso, a carga e a exigência do que isso implica. Durante o século XX a mulher emancipou-se. Desde o início da história os homens dominaram a relação tendo em conta a sua força física. O homem foi o provedor, o caçador, aquele que fornecia o alimento à família ou a Comunidade, e dava segurança ao seu clã. A mulher, parte da sua vida, mulher grávida ou amamentando, dedicando-se a criação. Em seguidamente a mulher, ao depender de homem à ele foi subordinada e sob controle do "masculino", permaneceu longamente, aceitando a ideologia e a cultura patriarcal. Chamado "de machismo" em tempos modernos. Assim, passou Milênios! até começar o período de liberação feminina, onde, ela obtém suas mais maiores realizações durante o século passado. Permanecem ainda objetivos para se atingir e discriminações a serem desfeitas, como as diferenças salariais e outros que deverão ser resolvidos. No entanto, a mulher pôde estudar, votar, igualizar os seus direitos, trabalhar, o exprimir, pensar, decidir o seu destino, gostar, gozar da sua sexualidade, julgar e tomar decisões sobre a sua vida e o seu ambiente. A mulher de hoje possui os mesmos direitos do homem, responsabilidades iguais e obrigações iguais. Essa mudança sociocultural, por sua vez lhe atribuiu novas responsabilidades. Isto acarretou no desenvolvimento e envolvimento de sua personalidade. Em todos os domínios, do trabalho humano, na arte e na ciência, na tecnologia, na direção da casa, na tomada de decisões, na iniciativa sexual etc. Além disso, sem perder as suas funções naturais maternas e da feminilidade. As mudanças provocaram igualmente transformações psicológicas. De submissa, obediente e dependente feminina ficou livre, independente e autônoma. A mulher assumiu poder, em casa, no trabalho, na política, na sociedade com o compromisso, a carga e a exigência que isso implica. As mulheres buscam encontrar um equilíbrio sem perder a sua feminilidade, perante uma nova forma de viver com os custos de estar em sociedade, bem como no ambiente profissional. Estas mudanças em um dos dois pilares da espécie exigiram reajustamentos em seu companheiro, o homem, ele, teve de se adaptar à concorrência em espaços que ele ocupava por "direito". Teve de entregar o poder, compartilhar o prazer e aceitar tarefas e funções que supunha e acreditava serem de exclusividade feminina como amamentação dos filhos ou as tarefas domestica. Tudo isso tornou a mulher mais feliz? e o homem? Evidentemente neste século não cabe mais o "machismo" e as atitudes atreladas a ele, porém, precisa vir de ambos o esforço para aqueles que querem funcionar juntos.
Essa é a mulher do século em que vivemos e que toda digam sim aos diretos!

Reginaldo Ferreira 8º Período